é quase tão perigosa quanto um veneno mortífero. não se aproxime, não se apaixone. ela não iria querer teu bem se você a fizesse se arrepender de perder seu precioso tempo por um minuto que fosse. ela costuma bambear as suas pernas. e seu olhar é tão fixo, que amedronta. não sinta seu cheiro. ele é envolvente, e você desejaria ardentemente apertá-la contra seu corpo, mas nesse momento ela se afastaria. tenha medo. fuja. isso tudo é uma grande bobagem. não é?
então olhe pra seus lábios, aqueles rosas e sadios, tão doces como uma fruta, aqueles do qual você adoraria beber os beijos pelo resto da sua noite... e as suas mãos quentinhas, em seu pescoço, te acariciando, e te fazendo venerá-la, por toda uma eternidade.
não se assuste, caso ela permaneça em seus pensamentos na manhã seguinte. e na tarde seguinte... e se você dormir pensando nela durante toda semana, não diga que não o avisei. se a voz dela o mantiver cativo, desfaça essa cara de espanto. é uma fatalidade mínimanente programada que você se apaixone. desvie o olhar. se afaste. porque quando seus sentidos já não estiverem mais obedecendo sua razão, e ela for embora, não vá dizer que não avisei.
sábado, 11 de outubro de 2008
ela,
Published by Karen at 23:48
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