sábado, 26 de março de 2011

Situação: sábado em casa.

Published by Karen at 23:56


Sinceramente, o grande motivo de eu ter deixado a vida de baladeira, é a falta de grana. Minha cidade também não tem lá muitas opções, mas quando se procura, sempre se acha o que fazer nos finais de semana. Tem vários barzinhos, e festinhas na casa dos amigos também são muito comuns.


Mas além da falta de dinheiro... Tem o M*. Estamos nessa situação, que não sem bem definir. Ele me liga todos os dias, me manda mil torpedos, conversamos como namorados, mas não estamos mais exatamente juntos. Falei com ele que não queria mais vê-lo até que ele resolvesse a vida dele [sim, eu ainda tenho esperança] e isso ao mesmo tempo que me mata por dentro, me dá a sensação de que é o mínimo que posso fazer por mim. Então não estamos nos vendo... Mas quando eu saio, saio com ele na cabeça, e isso me impede de progredir em qualquer outro tipo de relacionamento que possa vir a acontecer. Pelo menos nunca encontrei ninguém que despertasse meu interesse a ponto de tirar ele da cabeça. E nem sei se quero.


Aí de vez enquando saio pra beber com as amigas. É o máximo que tenho conseguido. Rimos, ficamos meio bêbadas, e isso e tudo. Quando um cara ameaça se aproximar, eu travo. Não quero conselhos, obrigada. Sei bem o que faço. EU ME ENTENDO.


Além do mais, nas últimas vezes que saí pra bagunça, minha maior vontade era estar em casa, deitada no peito do meu homem, assistindo televisão e comendo batata ruffles. Sinceramente não me interessa mais ver um monte de gente bêbada, querendo beijar qualquer boca que aparecer pela frente, sem NADA na cabeça, piriguetes dançando e dando mole pros caras, caras idiotas querendo comer as piriguetes e mais qualquer uma que tiver um buraco. E não tô falando só de lugar baixo nível não. Enfim... Não sei se estou amadurecendo, envelhecendo, ou simplesmente mudando de gosto. Só sei que se a festa não for simplesmente A FESTA, eu não vejo porquê gastar meu scarpin e meu dinheiro com isso. Sendo que volto - não da mesma maneira que fui -, mas com dor nas pernas, descabelada, suada, e quase sempre, alcoolizada, de tanta desilusão.


Agora, uma boa notícia... Me ligaram do hospital, onde deixei meu currículo. Vou fazer o teste psicológico para trabalhar lá. Se eu passar [o que eu acho muito provável], vou fazer a prova de conhecimentos gerais. Indo bem nisso tudo, acho que posso me considerar contratada, né?


Nossa, só Deus sabe o QUANTO eu quero trabalhar. E trabalhar LÁ. Vai dar pra conciliar com a faculdade a noite... Vou poder pagar minhas contas, ter meu dinheirinho... Um alívio, se quer saber.



Minha vida sentimental tá pior que novela. Vou ver se mergulho nas outras coisas importantes da minha vida, como a faculdade, e agora quizá meu novo emprego, pra ver se anda pra frente. Afinal, o que importa, é só o que importa! Né.

1 comentários:

Sandra Timm disse...

O dia da entrevista está chegando... e aí????????

Ai meu Deuzinho... essas novelas da vida de verdade me matam!!!!

Força, amiga e vamos lá na cruzada de mísseis anti-aéreos e terrestres contra as gordas e elefantas que ousarem se atravessar nos nossos caminhos!

Beijo

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