Eles são mais imponentes, seguros, concretos.
Não gosto de finais exclamados, onde a euforia compromete a verdade, substima a calma, e alvoroça.
Eu não gosto de interrogações, que pairam inquietantes, tirando toda paz. Complicando, confundindo... Eu preciso da resposta dos finais.
Eu preciso dessa segurança pacífica, verdadeira, que parece que olha nos olhos, parece que termina com vêemencia, com sensatez, sem nenhum dilema. Eu gosto, e preciso disso, dos pontos finais. Que deixam começar de novo a frase, o tempo, o verbo, a oração. Que deixar começar. Que terminam, pra reiniciar. É aquilo que é o fim de um novo começo, ou não. Mas deixa ser. Sem nenhum medo.






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