segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Published by Karen at 14:30



Sinto saudade. Uma saudade profunda, não dolorida, porém inquieta. Nada vai me trazer o que já se foi. E eu tenho que aprender a não deixar levar nada de mim quando disserem adeus. EU SABIA QUE SERIA ASSIM, e mesmo assim, eu quis. Agora, essa dorzinha corrói. Lentamente, discretamente... e aos poucos vou morrendo por dentro. Por fora, eu estou inteira. Por dentro, sendo desmontada, todas as manhãs.
Ele nem se lembra, ele nem se importa, e você sabe. Porque não consegue simplismente ignorar ? Você finge tão bem...
O que vai restar além do passado? O que vai ficar além das lembranças?
O que eu tenho construído pra mim? Acho que minhas bases tem se tornado razoávelmente inseguras, e que o meu futuro, tem sido mais incerto do que posso suportar.

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