segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Mais uma primavera.

Published by Karen at 10:44

Eu percebo o quanto tenho mudado... o tempo vai passando, as coisas boas e ruins acontecendo... e eu vou me transformando em alguém que não existia a um tempo atrás, mas sem perder a minha essência, aquela de sempre. Eu abandonei meu romantismo, pelo menos aparentemente, e não sei se um dia ele voltará á tona, me sinto incapaz de prever. Eu não gosto muito de ficar filosofando, fica chato, mais se eu não contar minha filosofia, vou fazer o que ? Rs
Talvez as pessoas prefiram a futilidade.
Eu to me sentindo tão segura, não sei porquê. Segura de mim, do que quero, e principalmente do que não quero pra mim. Parece que agora sim, eu cresci.
Não me confundem mais a cabeça tão facilmente. E algumas coisas pequenas me irritam profundamente, como erros de português [daqueles bem cabeludos] ; a falsidade descarada de algumas pessoas; a hipocrisia crônica que esse povo tem ; as frases decoradas ; o estereótipo que as pessoas seguem ; ah, taanta coiisa. E agora me sinto forte pra dizer: não gosto, não quero, não concordo, sái pra lá.
Antes eu não tinha firmeza de dizer não com segurança.
Tinha medo das pessoas ficarem bravas, de me dizerem verdades que eu pudesse não querer ouvir. Mais hoje, quem fica brava sou eu. E hoje, quem tá adorando dizer verdade pra tudo que é gente, sem se importar se vão gostar ou não, também sou eu.
Eu to preservando mais, valorizando mais, cuidando mais da minhas amizades verdadeiras.
Estou abandonando o sentimentalismo bobo, essa coisa de sofrer atoa [a gente gosta de uma dorzinha de cotovelo]
Estou parando de me iludir com elogios, nossa eles não me convencem mais, a nao ser que o espelho concorde, ou entao que meu conceito também seja esse. Ah, mais é válido quando vem de alguém que também tem valor pra mim.
Aliás, meus valores estão cada vez mais específicos e reais.
Eu quero distância de quem não tem nada de bom a me oferecer. Faço questão de me dar bem, com quem me quer bem. Não preciso de um círculo social tão amplo como o que eu tenho, sendo a maioria dele de pessoas que aparentam ser o que não são, que falam sempre mal de todo mundo, que criticam tudo e não sabem nem sorrir com sinceridade, ah sái pra lá !
Não me interessa nem um pouco o que alguém tem, mais sim o quê alguém é.
E eu também não faço tipinho pra ninguém, eu sou isso aqui, se quiser gostar de mim, que goste assim.
É óbvio que eu to pré-disposta a mudançar, bobo é quem não está.
Mas não por causa de ninguém, nem pra agradar ninguém, mas sempre por mim, pra mim. [fase egocentrista ok] Rs.
E depois que tudo tiver em sintonia, tudo tiver bom pra mim, então eu posso fazer bem pra alguém. É como uma melodia, uma canção.
Se bem que no momento, eu prefiro profundamente estar só comigo, cuidar de mim, viver pra mim, e esquecer. Dei um jeitinho no passado, é hora de inovar [vote karen para presidente] Rs


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